Pular para o conteúdo principal

O sol é para todos?


.
Há muita gente na batalha por um lugar ao sol na música.
Gente muito boa, outras nem tanto... O fato é que não basta apenas talento para se dar bem.
Vamos tomar como exemplo Maria Gadu, uma das revelações atuais na música brasileira.
Ela já tinha uma história musical, mas foi com um convite para a minissérie Maysa que ganhou visibilidade. A partir daí, medalhões derramaram elogios à menina de 22 anos, que agora desponta no mercado.
Ok, ela foi apresentada para Jayme Monjardim porque era amiga da esposa e do cunhado do diretor de Maysa, mas não há como negar que a garota merece todos os elogios que vem recebendo.














Pois é, há músicos que passam a vida tentando se firmar e num certo momento, por um golpe de sorte, acontecem.
Outros estão nos lugares certos e conhecem as pessoas certas.
Existem ainda aqueles que nunca tornaram-se conhecidos do grande público, mas sobrevivem da música. São vários vivendo dessa maneira.
O principal é que nunca deixam de acreditar e batalhar. Seguem com o prazer de quem faz o que gosta.
Há também um circuito alternativo de música aquecido por outras formas de divulgação, como a internet. São poucos os que chegam ao grande público seguindo essa linha, mas encontraram no meio virtual um caminho a ser explorado em condições de igualdade com profissionais de um mesmo segmento.
O MySpace é um dos canais mais conhecidos para esse tipo de divulgação. E por ele é possível curtir um pouco do pop-rock-brasileiro do cantor, compositor e instrumentista Marco Aguyar.












(Marco Aguyar no SESC S.J.Campos)



Nascido em São José dos Campos, Marco Aguyar fez parte da banda Melissa, grupo que, apesar da carreira curta, alcançou ótima repercussão local. Decidiu partir para carreira-solo em 1997, num trabalho com influências de MPB e música pop, combinando guitarra, violão, violino, bandolim e percussão em arranjos bem elaborados. Em 2000 gravou um single com quatro canções e em 2005 lançou o álbum Bela Cintra, com nove inéditas e a regravação de “O Dia Que Me Persegue”, do baiano Alex Góes, que participou da gravação. Outra participação é da paulista Klebi Nori, em “Tão Sincero Quanto o Que Sinto”.
Destaco ainda as faixas “Tudo Cessará”, “Meu Desejo”, “Bela Cintra” (que dá nome ao álbum) e “São Paulo (Pra Ti, Meu Canto)”.

Tornei-me fã! Vale a pena conhecer:


www.myspace.com/marcoaguyar























Apesar de não tocar ainda em rádio, Marco Aguyar já fez várias apresentações - no Studio SP, no Centro Cultural São Paulo, Livraria da Vila, Livraria Cultura, Crowne Plaza, SESC São José dos Campos e outros locais. Os shows mais recentes foram realizados no SESC Taubaté e na Livraria Nobel da Av. Jornalista Roberto Marinho, em São Paulo.
E o segundo CD já está em pré-produção. É esperar para conferir!
.

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Israel Kamakawiwo'ole

Israel Kamakawiwo'ole foi um cantor americano, muito popular no seu estado de nascimento, o Havaí. Era descendente de uma linhagem pura de nativos havaianos. Nunca ocultou a sua posição a favor da independência do Havaí e de defesa dos direitos dos nativos. Morreu jovem, aos 38 anos, devido a problemas respiratórios causados pela obesidade mórbida. Mais de 100.000 pessoas compareceram ao seu funeral em 1997. O caixão de madeira estava no edifício do Capitólio, em Honolulu. Suas cinzas foram espalhadas pelo Oceano Pacífico em M'kua Praia. Um de seus álbuns mais famosos foi Facing Future, de 1993, trabalho que o lançou para a fama mundial. Nele encontramos a faixa "Somewhere over the Rainbow - What a Wonderful World", com a voz suave de Israel Kamakawiwo'ole acompanhada pelo seu ukulele.

Rita Lee – Uma autobiografia

               Antes mesmo de começar a ler a autobiografia de Rita Lee, não tinha dúvida de que gostaria. Embora curtir o artista, suas músicas, não signifique que sua história necessariamente agrade.         Não gostei, por exemplo, da biografia de Lobão. Na verdade, nem consegui chegar ao final da leitura, talvez nem à metade. Achei a pessoa menos interessante que sua obra.        Mas, voltando à Rita, vemos que sua vida é rica de história. E o fato de todos nós sermos, em parte, contemporâneos, torna tudo mais interessante. Sabemos do que ela está falando, a quem se refere, lembramos de algumas passagens. E que narrativa agradável!        Autobiografias são tidas como “chapa-branca”, mas ela não esconde muitos detalhes, esclarece outros, e não decepciona.       Acho sempre tão chato terminar um livro... E com este não...

Histórias e curiosidades

. Muitas histórias são contadas sobre inspirações para músicas, algumas verdadeiras, outras lendas... Fiquei conhecendo uma delas só agora, através do caderno Ilustrada da Folha de SP, que falava sobre o lançamento do álbum “All in One”, de Bebel Gilberto. E aproveito para lembrar o Profeta Gentileza, o avô de Zé Ramalho, a "Maria" de Djavan... “Acabou chorare” Nunca me perguntei de onde vinha esse nome. Marcus Preto escreveu: “... foi composta por Moraes Moreira e Luís Galvão a partir de uma frase de Bebel Gilberto. Ainda bem pequena, ela a disse quando seus pais, João Gilberto e Miúcha, a acudiam de um tombo. A menina costumava misturar português e espanhol, graças a uma temporada vivida no México. Quando viu os mais velhos em volta, aflitos para saber se ela tinha se machucado, Isabelzinha limpou as lágrimas: "Acabou chorare, papai". O episódio foi relatado aos amigos baianos e nascia ali um clássico da MPB.” “Gentileza” A história desta é mais...